quinta-feira, 17 de março de 2016

A CRISE DO CAPITAL E O NOVO TIPO DE GOLPE

     "Recentemente foi denunciada a instalação por parte da Polícia Federal de equipamentos de escuta nas celas da operação Lava-Jato. Por outro lado, a repetição à exaustão de notícias sem a devida comprovação, cercadas de violações aos direitos mais elementares de ir e vir e da presunção de inocência, que se esperaria ter-se assegurado com as revoluções burguesas são desrespeitados. Na verdade, o que se tem como direito se transmuta em crime graças à propaganda exaustiva da mídia. Não há dúvida de que estamos frente à institucionalização de práticas nazistas ou completamente fora das normas do Estado de direito. Acrescente-se a isso os frequentes vazamentos de informações de depoimentos que deveriam ser sigilosos. Práticas desse teor deveriam merecer atitude inibidora da autoridade a quem seus autores deveriam se subordinar. A demissão do ministro José Eduardo Cardozo pode representar, senão a reversão de tais práticas, pelo menos a indicação de que o jogo não está terminado e que a luta contra a ditadura de 1964 criou algumas raízes que podem nos ajudar a manter a firmeza na luta contra um novo tipo de golpe"

Essa matéria foi publicada na Edição 482 do Jornal Inverta, em 11/03/2016

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Intervenção da Presidenta Dilma Rousseff no encontro com a Frente Brasil Popular no Palácio do Governo - 17/12/2015

 

     "Saudando a todos quero fazer um duplo agradecimento, primeiro por vocês estarem aqui, por estarmos debatendo o ataque à democracia, uma discussão sobre a conjuntura, sobre os desafios que temos pela frente. Segundo, quero também agradecer pelo belo trabalho de mobilização, mais do que belo, forte, efetivo trabalho de mobilização para o Dia nacional em defesa da democracia e contra o golpe. E podemos ter certeza que a importância de mostrar força e capacidade de organização é algo que faz diferença nesse momento histórico que o país atravessa."

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Funk contra o golpe em Copacabana 

 

     "O Jornal Inverta esteve no dia 17/04 em Copacabana onde foi realizado obaile funk contra o golpe de um novo tipo e pela democracia como proposto por um dos percussores do movimento funk no Brasil, Rômulo Costa". LEIA NA INTEGRA 


 Pronunciamento da presidente Dilma Rousseff



 PCML-Br NA FBP NO ENCONTRO COM DILMA

PCML-Br NO ATO CONTRA O GOLPE E PELA DEMOCRACIA

 
Chico César em defesa da democracia

Beth Carvalho - Não Vai ter Golpe

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Povo toma as ruas para barrar golpe neoliberal

O histórico dia 16 de Dezembro de 2015 no Rio de Janeiro!

 

 Mais de 10 mil pessoas lotaram o histórico local da Cinelândia na cidade do Rio de Janeiro essa quarta dia 16 de Dezembro. O evento promovido pela frente Brasil popular, contou com a presença de diversos partidos e organizações sindicais, movimentos políticos e sociais. O local, palco de históricos eventos que já marcaram a vida política nacional como a campanha das diretas já, foi invadido por uma multidão que se reuniu para dizer não ao golpe neoliberal que está em curso no Brasil que visa o impedimento da presidenta Dilma Rousseff. A população ali presente gritava a todo pulmão que “NÃO VAI TER GOLPE!”. Outra das palavras de ordem levantadas na manifestação foi o “Fora Cunha!”. Atual presidente da câmara dos deputados federais Cunha que é um dos principais articuladores do golpe foi severamente atacado por sua posição golpista. Um dos momentos cumes do evento foi o anuncio de que o ministro do supremo tribunal federal Rodrigo Janot havia pedido a casação do deputado.

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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Piza na Fulô em Caxambu/MG – Taiguara vive!

Imyra Chalar, filha de Taiguara
Foi realizado nos dias 11 e 12 de dezembro de 2015 o 1º Piza na Fulô em Caxambu/MG, movimento cultural que surgiu no Rio de Janeiro com o objetivo de fomentar a arte e sua contribuição para a transformação social, assim como resgatar artistas que neste contexto marcaram a história de nosso país. O evento em Caxambu teve como finalidade iniciar um movimento político e cultural, e promover o debate em torno da arte comprometida com as transformações sociais nesta região e trazer à luz da discussão e a recordação à sua população da histórica carreira do potiguar Taiguara no ano em que o mesmo completaria 70 anos.


   




  

 

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Declaração do X Seminário Internacional de Luta contra o Neoliberalismo

UERJ - 06/11
O golpe neoliberal no Brasil sofreu um revés nos últimos meses que merece
ISERJ - 07/11
consideração. O ponto de inflexão ocorreu no mês de agosto com as manifestações do dia 20, com o povo na cena política demonstrando que não tolera outro golpe. É desse mês também a fala da presidenta Dilma Rousseff no ato das mulheres do campo, floresta e das águas, conhecido como Marcha das Margaridas: “Nos maus tempos da lida, eu envergo, mas não quebro.” No congresso da CUT (Central Única dos Trabalhadores), outra frase da chefe do governo deve ser recuperada: “Faço um apelo a todos vocês: ninguém deve se iludir. Nenhum trabalhador pode baixar a guarda, é preciso defender a legalidade e normalidade com toda energia”. O recente documento da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) aponta para a direção de sustentação de governos democraticamente eleitos pelo povo e pela garantia de direitos sociais.


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

A crise do capital e a virada na luta em defesa do governo Dilma

Lênin lendo Pravda
     "O caráter dependente do capitalismo, no Brasil, obriga o país a necessitar sempre de capital externo para manter sua rotação de capital nacional nos níveis exigidos pelo imperialismo. Com isso, governos com alguma contradição com esses interesses ou são impedidos de governar ou derrubados, como exemplificam os casos do segundo governo Vargas e o governo João Goulart. Dilma tem esta espada sobre a cabeça.
     “Nos maus tempos da lida, eu envergo mas não quebro”, afirmou a presidenta em meio ao furacão. Uma palavra que animou milhares de pessoas no último dia 20 de agosto em todo o país e marcou uma importante virada na luta contra o golpe. Nas ruas, em todos os estados, o povo se levantou em defesa do governo legitimamente eleito e pelos direitos sociais e trabalhistas, e exigiu que o preço da crise não desabe mais uma vez sobre as costas de quem constrói o capital com seu trabalho. Vários setores da sociedade já vinham demonstrando com veemência sua oposição ao golpismo, como o manifesto dos juristas no Dia do Advogado, em 11 de agosto, de grande repercussão no meio jurídico e acadêmico. Os manifestantes do dia 20 marcharam unificados na defesa do governo democraticamente eleito e que os trabalhadores não paguem pela crise."

sábado, 22 de agosto de 2015

Ato contra o Golpe! 20/08/2015

O PCML já vem denunciando a movimentação do imperialismo e das oligarquias associadas que buscam reafirmar sua hegemonia diante do desafio imposto pela crise do capital. Estivemos nas ruas em várias partes do país divulgando nossas ideias através do Jornal Inverta.