quinta-feira, 7 de março de 2013

Nota do PCML: Hugo Chávez morreu, Viva Hugo Chávez e a Revolução Bolivariana!


A morte de Hugo Chávez Frías, líder incontestável da Revolução Bolivariana na Venezuela e expressão singular da plêiade de lideranças, que a partir dos anos 90, fulgurara no cenário político da América Latina, em resistência à estratégia neoliberal do imperialismo estadunidense abre uma nova fase no processo revolucionário na Venezuela com profundas repercussões no continente latino-americano e luta dos povos oprimidos no mundo.


Na Venezuela a questão fundamental que se apresentará é até que ponto a Revolução Bolivariana consolidou raízes e lideranças junto ao povo venezuelano capazes de ir além em sua marcha rumo ao Socialismo do Século XXI. O que remete à questão teórica da simbiose entre as ideias libertárias de Simón Bolívar e próceres da luta pela independência da América Latina com as ideias revolucionárias do marxismo-leninismo ao estilo do caminho que se seguiu em Cuba, de Martí a Fidel. Em termos da América Latina a questão que se apresenta é até que ponto o processo interno na Venezuela reduzirá suas relações econômicas e políticas solidárias com o processo revolucionário na América Latina e Oriente Médio, revertendo o impulso dado por Chávez à soberania econômica e política frente aos Estados Unidos...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Sobre a Conjuntura: Que Esperar e o Que Fazer?

     "A conjuntura que se apresenta em 2013 aos olhos do proletariado brasileiro e quiçá internacional se assemelha a uma peça de teatro muitas vezes repetida em anos pretéritos (mais proximamente, desde 2007). A trama inteira resulta de duas determinações principais: de um lado, a crise econômico-financeira dos países do capitalismo desenvolvido, ou potências imperialistas; de outro, as estratégias de superação da mesma, levada a cabo pelas oligarquias burguesas nos governos. Embora a tendência do processo seja sempre uma síntese mediada de ambos extremos da contradição, seu conteúdo expressa sempre também o lado para qual propende o pêndulo da história codificando, significativamente, as ações humanas que retroalimentam a tragédia ou farsa sociais. A repetição sucessiva desta representação teatral de mesmo enredo – tendência ao agravamento da crise do capitalismo – à medida que passa a abarcar um público cada vez maior como parte do cenário sob qual se desenrola a trama – os países em desenvolvimento (BRICs) e os países subdesenvolvidos – torna-os espectadores acríticos de sua própria desgraça ao verem a sociedade humana projetar-se sobre o abismo da depressão econômica e do terror da guerra, consumando-se em darwinismo econômico-social através de políticas econômicas malthusianas e pogroms sistemáticos, e não tem a consciência de que como objetos também são sujeitos históricos...."


Essa matéria foi publicada na Edição 464 do Jornal Inverta, em 05/02/2013

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

21 ANOS DO JORNAL INVERTA NO CEARÁ - COBERTURA

     Na última Plenária do CLCN, dia 16 de dezembro, comemorou-se os 21 anos do Jornal INVERTA. O ato contou com a participação do Comitê de Luta Contra o Neoliberalismo do Ceará (CLCN), do Partido Comunista Marxista-Leninista(PCML), da Juventude 5 de Julho, do Centro de Popular de Pesquisas Econômicas e Sociais (CEPPES) e simpatizantes do Jornal. Também prestigiou o evento a TV LVC, a TV comunitária do bairro Vila União, que tem tido papel de destaque na luta contra as remoções de casas para dar lugar às obras da copa do mundo. A atividade foi realizada no SINTUFCE – Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais do Ceará – e começou às 9 horas. O Jornal INVERTA é reconhecidamente o periódico comunista com o maior tempo de circulação ininterrupta no Brasil, desde 1991, mantendo sempre a qualidade gráfica e a primazia de seus textos. Ao longo de sua história acumulou respeito por parte de movimentos sociais assumindo uma postura firme em defesa dos trabalhadores e as lutas que forma o povo brasileiro.