quarta-feira, 14 de setembro de 2016
sábado, 3 de setembro de 2016
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Pronunciamento da legítima Presidenta Dilma Rousseff - 31/08/2016
Hoje, o Senado Federal tomou uma decisão que entra para a história das
grandes injustiças. Os senadores que votaram pelo impeachment escolheram
rasgar a Constituição Federal. Decidiram pela interrupção do mandato de
uma Presidenta que não cometeu crime de responsabilidade. Condenaram
uma inocente e consumaram um golpe parlamentar. (...) Ouçam bem: eles
pensam que nos venceram, mas estão enganados.terça-feira, 30 de agosto de 2016
Discurso de Dilma Rousseff na abertura da sessão plenária do Senado - 29-08-16
Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski,
Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal Renan Calheiros,
Excelentíssimas Senhoras Senadoras e Excelentíssimos Senhores Senadores,
Cidadãs e Cidadãos de meu amado Brasil,
No dia 1o de janeiro de 2015 assumi
meu segundo mandato à Presidência da República Federativa do Brasil.
Fui eleita por mais 54 milhões de votos. Na minha posse, assumi o
compromisso de manter, defender e cumprir a Constituição, bem como o de
observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a
união, a integridade e a independência do Brasil. Ao exercer a
Presidência da República, respeitei fielmente o compromisso que assumi
perante a nação e aos que me elegeram. E me orgulho disso. Sempre
acreditei na democracia e no Estado de direito, e sempre vi na
Constituição de 1988 uma das grandes conquistas do nosso povo. Jamais
atentaria contra o que acredito ou praticaria atos contrários aos
interesses daqueles que me elegeram. Nesta jornada para me defender do impeachment
me aproximei mais do povo, tive oportunidade de ouvir
seu reconhecimento, de receber seu carinho. Ouvi também críticas duras
ao meu governo, a erros que foram cometidos e a medidas e políticas que
não foram adotadas. Acolho essas críticas com humildade. Até porque,
como todos, tenho defeitos e cometo erros. Entre os meus defeitos não
está a deslealdade e a covardia. Não traio os compromissos que assumo,
os princípios que defendo ou os que lutam ao meu lado. Na luta contra a
ditadura, recebi no meu corpo as marcas da tortura. Amarguei por anos o
sofrimento da prisão. Vi companheiros e companheiras sendo violentados e
até assassinados. Na época, eu era muito jovem. Tinha muito a esperar
da vida. Tinha medo da morte, das sequelas da tortura no meu corpo e na
minha alma. Mas não cedi. Resisti. Resisti à tempestade de terror que
começava a me engolir, na escuridão dos tempos amargos em que o país
vivia. Não mudei de lado. Apesar de receber o peso da injustiça nos meus
ombros, continuei lutando pela democracia. Dediquei todos esses anos da
minha vida à luta por uma sociedade sem ódios e intolerância. Lutei por
uma sociedade livre de preconceitos e de discriminações. Lutei por uma
sociedade onde não houvesse miséria ou excluídos. Lutei por um Brasil
soberano, mais igual e onde houvesse justiça. Disso tenho orgulho. Quem acredita, luta.
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
O GOLPE E A CRISE DO CAPITAL: Cenários para o Brasil
Os próximos dias serão decisivos para o desenrolar da luta de classes no
Brasil. A aprovação do impeachment pelo Senado Federal, após a
aceitação da pronúncia de julgamento da presidenta por “supostos crimes
de responsabilidade” – por maioria de 59 a 21 votos dos seus membros,
parece irreversível e expressará politicamente uma inflexão na história
do país, por um período imprevisível.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
quinta-feira, 14 de julho de 2016
COMITÊS DE LUTA CONTRA O NEOLIBERALISMO E PELO SOCIALISMO
A vontade popular dos 54 milhões de eleitores que
votaram na presidenta Dilma foi desrespeitada e o exercício democrático
como um todo posto em dúvida por um golpe parlamentar. Não
cabe aceitar recuo nas conquistas democráticas seculares da humanidade,
nem mais um golpe. No caso do Brasil, não admitir retroceder nos ganhos
que o presidencialismo historicamente tem trazido, constituindo-se, em
diversas ocasiões, em polo progressista em contraponto ao majoritário
conservadorismo do Parlamento.
Em defesa dos direitos sociais conquistados, como a
legislação do trabalho doméstico, programa Minha Casa, Minha Vida, lei
de partilha e defesa do pré-sal e outros.
O momento é de resistir às investidas contra as
conquistas sociais adquiridas pelos trabalhadores e o povo pobre nesse
período. Lutar contra o golpe é não permitir que o Brasil se afaste da
política de integração com a América Latina e o Caribe e de aproximação
com a África e a Ásia. Lutar contra o golpe é defender a soberania
nacional e popular, a democracia e avançar em direção a uma sociedade
mais justa.
Fora Temer!
Fica Dilma!
Não passarão!
Este abaixo-assinado
é uma iniciativa dos Comitês de Luta contra o Neoliberalismo e pelo
Socialismo. Para saber mais sobre como organizar e participar dos
Comitês de Luta contra o Neoliberalismo, entre em contato através do
email clcn_rj@hotmail.com
Este abaixo-assinado
é uma iniciativa dos Comitês de Luta contra o Neoliberalismo e pelo
Socialismo. Para saber mais sobre como organizar e participar dos
Comitês de Luta contra o Neoliberalismo, entre em contato através do
email clcn_rj@hotmail.com
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