segunda-feira, 9 de março de 2015

Luiza Malê e o Dia Internacional das Mulheres

    O período da História do Brasil que vai de 1831, ano da abdicação do primeiro imperador, até 1848/49,  data da última grande revolta anti-oligárquica do Império, é marcado por várias rebeliões, algumas delas de claro conteúdo popular.
     A revolta dos malês, de 1835, na Bahia, é uma delas. Desse movimento participaram africanos islamizados que sabiam ler e escrever e se empenharam decididamente em derrubar o governo local para conquistar sua liberdade. A presença desses escravos vinha aumentando de forma crescente em Salvador, na época, não mais a capital do Brasil, mas importante centro urbano, e o trabalho de sublevação que vinham realizando era visto como uma terrível ameaça pelas  classes dominantes.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

O Partido Comunista Marxista-Leninista e a luta contra o golpe imperialista

A tentativa de se destruir a Petrobrás e com isso afundar o governo Dilma no início do seu segundo mandato é a resposta do imperialismo à criação dos BRICS. 

Apesar do círculo de fogo que o imperialismo preparou nos últimos anos contra a América Latina, ensaiando inclusive o retorno dos golpes com as experiências de Honduras (2009) e do Paraguai (2012), o ano de 2014 representou um fracasso para seus planos. A esquerda venceu as eleições em El Salvador, no Brasil, na Bolívia e no Uruguai. Além disso, os candidatos favoritos do imperialismo perderam na Costa Rica, no Panamá e na Colômbia, o que permitiu inclusive que, nesta última nação irmã, fossem mantidas as condições para o avanço dos diálogos de paz realizados em Havana entre as FARC-EP e o governo de Santos, que buscam acabar com a guerra que há mais de 50 anos as oligarquias impõem àquele país.

Essa matéria foi publicada na Edição 476 do Jornal Inverta, em 12/02/2015 

A produção de telejornais e telenovelas em tempos de crise do capital


Resumo
 O artigo tem como hipótese central que as transformações recentes no modo de produção capitalista subvertem o papel tradicional do telejornalismo, tornando-o menos propenso reivindicar neutralidade e reafirma o papel de mobilização emocional da teledramaturgia.


OU

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A RESISTÊNCIA DE VALDIR ONOFRE

     No dia 07 de Janeiro de 2015 faleceu Valdir Onofre, cineasta, reconhecido internacionalmente, embora pouco divulgado pelas elites, que se colocam como definidoras do que é cultura. Lembremos que foi um dos primeiros cineastas negros do Brasil, Valdir Onofre, filho de pedreiro, teve contato com a arte ainda pequeno, e há mais de sessenta anos sempre resistiu.
     Em homenagem a Waldir, nós, do Comitê de artes e luta pelo socialismo, conversamos com o ator Idioraci Santos , que nos falou um pouco de como era o cineasta e professor Waldir Onofre. 



sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

INVERTA comemora seus 23 anos de luta pela revolução socialista


O Jornal INVERTA comemorou seus 23 anos de luta na trincheira da batalha das ideias pela revolução socialista com a realização do IX Seminário Internacional de Lutas contra o Neoliberalismo, nos dias 26 e 27 de setembro no Rio de Janeiro.
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) acolheu o primeiro dia, enquanto o Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (ISERJ) recebeu o segundo momento do encontro, que comemorou também 22 anos de reimpressão e distribuição do jornal Granma Internacional, de Cuba, no Brasil, e 10 anos do acordo entre a Cooperativa INVERTA e Agência Informativa Latino-americana - Prensa Latina.
O Editor Chefe do Jornal INVERTA, Aluisio Bevilaqua, realizou a abertura das atividades relembrando o surgimento do periódico. “São 23 anos de existência. O INVERTA surgiu quando a conjuntura na União Soviética dizia ao mundo que a experiência humana do socialismo e do comunismo seria uma experiência fadada ao fracasso pelo que aconteceu lá. O INVERTA naquele momento disse não, pois Cuba não disse isso. A China não disse isso. Vietnã não disse isso, a Coreia não disse isso. Vamos nos ombrear e com aqueles que resistem ao capitalismo e imperialismo e vamos manter uma resistência, vamos aglutinar as pessoas em torno dessa resistência e lutar por este ideal humano, que é o ideal de construir uma sociedade mais justa, igualitária, onde não haja exploração do homem pelo homem e onde haja a consciência e a dignidade para todos, que é a sociedade socialista e comunista. Esse foi o ponto de partida do Jornal INVERTA.”

Essa matéria foi publicada na Edição 475 do Jornal Inverta, em 02/12/2014